01/09/2013 - 3 minutos de leitura.

Yamaha RD 350: 40 anos do veneno da ?Viúva Negra?

Carro

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José Antonio Leme

A Yamaha RD 350 está completando 40 anos. Por duas décadas, essa moto alimentou os sonhos de muitos brasileiros, que queriam botar as mãos em um uma das esportivas mais emblemáticas de todos os tempos.

Nascida no Japão, em 1973, a “Viúva Negra” teve algumas unidades trazidas ao País antes do início das restrições aos produtos importados.

O motor, de dois tempos, que queimava óleo e lançava uma fumaça esbranquiçada pelo escapamento, tinha desempenho tão acima das rivais que a Yamaha brigava com a Honda CBX 750, a famosa “Sete Galo”.

Infelizmente, esse comportamento aparecia apenas em altas rotações. Assim, em 1983 a Yamaha apresentou o YPVS, sistema que abria ou mantinha fechada uma válvula do escape que segurava os gases, melhorando as respostas em baixas.

Em 1986, passou a ser feita em Manaus. Tinha carenagem parcial e semi guidons. Um ano depois, a produção virou exclusividade local e a moto ganhou carenagem integral para ser exportada para Europa e Japão.

Com motor de dois cilindros paralelos, a versão para o Brasil tinha 55 cv. Na destinada ao mercado japonês, eram 63 cv.
A reestilização de 1991 trouxe faróis redondos, novos garfos e freios. Os pneus mais largos tinham como objetivo tentar aproximá-la da ciclística da nova rival, a Honda CBR 450 SR.

Com a reabertura das importações, a RD350 perdeu espaço. Em março de 1993, ela deixou de ser vendida aqui, mas continuou sendo feita para exportação até sair de linha, em 1995.

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