12/09/2013 - 5 minutos de leitura.

Avaliação: Admirável Golf Novo

Carro

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José Antonio Leme, de Berlim

Demorou, mas a Volkswagen lançou a sétima geração do Golf no Brasil. Com um ano de atraso em relação à estreia na Europa e um hiato de duas gerações que nunca “pisaram” no País, o hatch está chegando às lojas com preço inicial de R$ 67.990, importado da Alemanha.

O modelo traz motores turbo 1.4 de 140 cv nas versões Highline e 2.0 de 220 cv na GTI, além de extensa lista de itens de série. Entre os destaques há sete air bags, freio de estacionamento elétrico, controle de estabilidade e tração e assistente de partida em rampas.

Para a Highline, há câmbio manual de seis marchas e automatizado com dupla embreagem e sete velocidades. Com tabela a partir de R$ 94.990, a opção topo de linha, GTI, vem com transmissão automatizada de seis marchas.

O Golf de quarta geração, produzido no Paraná, continua à venda até o fim do ano sem alteração na tabela. Já o novato deve ser importado a partir de 2014 do México, por um curto período. E no fim do próximo ano passa a ser nacional.

Feito na plataforma MQB, a mesma do Audi A3, o Golf ficou 100 quilos mais leve que o anterior, de sexta geração. A lista de opcionais inclui faróis de xenônio, sistema que altera o comportamento de motor, direção, câmbio e ar-condicionado, sensor de fadiga, teto solar e assistência em manobras de estacionamento, Há ainda um recurso que fecha vidros e teto solar e aumenta a tensão dos cintos de segurança se “perceber” iminência de colisão.

De acordo com informações da Volkswagen, em 2014 a versão destinada ao Brasil receberá itens como controle de velocidade de cruzeiro adaptativo (ACC) e DLA. Este, ao lado das luzes de xenônio, permite que o farol alto seja usado sem ofuscar quem trafega no sentido contrário.

O acabamento do novo Golf é primoroso. O painel é levemente voltado para o motorista, indicando que o foco está em quem dirige. O motor 1.4, que será o carro-chefe da linha, gera 25,5 mkgf entre 1.500 e 3.500 rpm. Em trechos sem limites de velocidade nas rodovias alemãs, foi possível rodar a 210 km/h sem esforço.

O propulsor “casa” bem tanto com a transmissão automática quanto com a MQ200. Trata-se da mesma caixa manual que, no Brasil, é utilizada em carros como Gol e Saveiro, mas no Golf ganhou um conjunto de engrenagens a mais.

Em relação à versão voltada à Europa, a destinada ao mercado brasileiro é 15 mm mais alta, graças à mudanças em molas e amortecedores. A suspensão, aliás, mantém a carroceria firme nas curvas, sem inclinação excessiva.

Viagem feita a convite da VW

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